Editorial
Em 1920, o Sr. Alcapone, símbolo do gangsterismo norte-americano, se enriquecia graças ao comércio ilícito de bebidas. Os EUA instauraram a Lei Seca que se prorroga por 15 anos.
Em 1930, as farmácias brasileiras, vendiam cigarros à base de maconha, indicados para inúmeros males da saúde.
Nos anos 40, soldados na frente de batalha da II Guerra ganhavam coragem ingerido anfetaminas.
Na década de 50 , os barbitúricos como Gardenal, tem seu auge no lema dos laboratórios “Viva Melhor Com a Química”.
Nos anos 60, a era do LSD. Também a maconha acompanhou a juventude nas manifestações de protesto, na onda hippie e nos grandes festivais como Woodstock.
Nos anos 70, a proliferação da cocaína e seus derivados entre eles o crack.
Na década de 80, o susto, pois, as substâncias que antes se ligavam a ideia de paz e amor, agora estão vinculadas às palavras tráfico, morte. Na atualidade, tudo ao mesmo tempo: LSD, coca, heroína, crack, ecstasy, etc.
O que quero lhes dizer, caros jovens, é que a história das drogas sempre acompanhou o homem e em cada época a humanidade lidou a sua maneira com elas. Estarão sempre presentes à nossa porta, e cabe a cada um de nós ajudar na prevenção de seu abuso.
O conteúdo deste texto procura retratar, na maioria das vezes, o meu entendimento sobre os mais diversos ângulos da problemática das drogas. Não espero e tão pouco acredito, que os leitores possam concordar com tudo que aqui contém. Embora trabalho nesta área por mais de 23 anos, ainda possuo dúvidas e reformulo conceitos diariamente.
De qualquer forma, há sempre alguém com uma outra dúvida sobre este polêmico tema. Pode ser pai, professor, estudante, profissional do direito ou policial. E a minha recompensa por este trabalho é saber que alguém possa aqui encontrar respostas para o seu questionamento e que eu, de alguma forma, possa vir a colaborar em prol da saúde física e mental de um semelhante.
Agradeço, a Deus, aos meus colegas do grupo Stop Drogas e a todas as pessoas que de alguma forma contribuíram na realização do grupo Stop Drogas.
Dedico este trabalho à juventude brasileira em especial a Felipe e Raiane, meus filhos.
Robson Magela Lopes - Presidente Fundador.


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